segunda-feira, 19 de junho de 2017

Copa das Confederações 2017

Para iniciar essa série, vamos a um breve histórico da Copa das Confederações. Criada em 1992 como uma disputa amistosa na Arábia Saudita, com o nome de Copa Rei Fahd, a competição ganhou a denominação atual e passou a ser oficial em 1997. Desde então, sobrevive à má vontade dos clubes europeus, que preferiam ver suas estrelas descansando a ter de cedê-las para participar de um torneio que eles consideram pouco importante. A edição de 2017, que foi aberta com a vitória da Rússia sobre a Nova Zelândia (2 x 0), sofreu um duro golpe quando a Alemanha decidiu disputá-la com um time reserva. Assim, Cristiano Ronaldo é a estrela solitária em campos russos, tendo o chileno Alexis Sánchez como principal coadjuvante. Além de servir para que as autoridades do país-sede façam um teste geral a um ano da Copa do Mundo – especialmente na segurança –, o torneio dará a seus oito participantes a chance de levantar uma taça e, além disso, aprimorar a preparação para o evento do ano que vem, que é o que realmente interessa. O post de hoje, é da anfitriã, a Rússia que não conta com o otimismo de seus torcedores, que não acreditam em um desempenho brilhante na competição – nem mesmo na Copa do Mundo. Faltam jogadores talentosos aos russos, que fizeram uma campanha fraca na última Eurocopa (eliminados na primeira fase, com apenas um ponto) e não melhoraram muito de um ano para cá. O principal jogador é o experiente goleio Akinfeev. Uma curiosidade é que entre os atletas russos, tem um brasileiro naturalizado, o goleiro Guilherme, que há 10 anos defende o Lokomotiv Moscou.
Fonte: Site Chuteira FC 

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