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sábado, 19 de abril de 2014

Outras Copas

Mais uma seleção que entrou para a história das Copas foi a Arábia Saudita de 1994. Em sua 1ª participação em Mundiais, a Arábia chegava aos Estados Unidos como zebra no Grupo F, que contava com Holanda, Bélgica e Marrocos. Logo na estréia, abriu o placar contra a Holanda aos 19' do 1º tempo, mas não conseguiu segurar o placar e no 2º tempo a Holanda conseguiu a virada. Nos jogos seguintes, a Arábia conseguiu impor seu jogo e venceu o Marrocos por 2 a 1 e a Bélgica por 1 a 0, sendo que nesse jogo, Saeed Al-Owairan marcou um gol antológico, quando partiu para cima dos belgas e após driblar meio time, tocou na saída do experiente goleiro Michel Preud'homme, um dos melhores do mundo na época, um dos gol mais bonitos já marcados em Copas. Com esses resultados, a Arábia terminou em 1º do Grupo e se classificou para as Oitavas-de-final. Mas a trajetória árabe acabou nas Oitavas, quando perdeu para a forte seleção Sueca por 3 a 1. Foi a melhor participação da Arábia Saudita em edições da Copa do Mundo, ficou em 12º lugar. 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Outras Copas

Continuando com as seleções que surpreenderam em Copas do Munfo, hoje é a vez da Bélgica de 1986. A seleção belga, foi uma grata surpresa na Copa do México de 1986. Antes de 1986, a Bélgica tinha participado de 6 edições da Copa do Mundo, mas nunca conseguiu passar das Oitavas-de-Final. Tudo indicava que novamente isso aconteceria, pois a Bélgica caiu no Grupo B com adversários teoricamente mais fortes, como o México de Hugo Sanchez e o Paraguai de Romerito, além do Iraque, com menos tradição. Apesar de ser derrotada no 1º jogo por 2x1, para o México, a Bélgica  venceu o Iraque pelo mesmo placar e empatou com o Paraguai em 2x2, passando para as Oitavas de Finais como um dos melhores terceiros colocados (fato comum até a Copa de 1990). Nas Oitavas-de-final a adversária era a fortissima seleção Soviética, e a partir dessa fase a Bélgica começou a fazer história, pois arrancaram um empate em  2 a 2 no tempo normal e levaram o jogo para a prorrogação, e acabaram vencendo na prorrogação por 2 a 1, totalizando 4 x 3. Nas Quartas, o adversário foi a Espanha e no tempo normal deu empate em 1 a 1 e nos pênaltis a Bélgica venceu por 5 a 4. Na Semi-Final, o adversário era a forte seleção Argentina e o vôo belga foi interrompido por Diego Maradona, que marcou os 2 gol da vitória hermana. Na disputa do 3º lugar, a Bélgica vendeu caro o o 3º lugar para a França de Platini, pois empatou por 2 a 2 no tempo normal, mas sucumbiu na prorrogação e perdeu o jogo por 4 a 2, terminando em 4º lugar, a melhor colocação da Bélgica em todas as edições da Copa do Mundo que disputou.

sábado, 5 de abril de 2014

Outras Copas

A cartela de hoje é de mais uma seleção africana que surpreendeu em uma edição de Copa, Senegal em 2002. No dia 31/05/2002, Senegal fez a sua estreia na Copa do Mundo, em Seul, algo mais que um jogo para os senegaleses, pois além de estrear na tão sonhada Copa do Mundo, enfrentariam a França, campeã do mundo em 1998, campeã da Europa em 2000, mas acima de tudo para o povo senegalês, a França que colonizou o Senegal por mais de 300 anos. Tal qual na abertura da Copa do Mundo da Itália em 1990, quando Camarões venceu a Argentina, Senegal derrotou a França, com gol Papa Bouba Diop, aos 30 minutos do primeiro tempo, após rápido contra-ataque e jogada construída por El Hadji Diouf, eleito o “homem do jogo”. Na sua estréia Senegal já entrava para história. Na sequência um jogo ante a sempre bem postada e perigosa Dinamarca. Senegal saiu perdendo, porém na segunda etapa, aos sete minutos, um contra-ataque que serve até os dias de hoje como aula do quesito, terminou com a conclusão de Salif Diao e Senegal em mais uma grande apresentação, empatou o jogo encaminhando a classificação; mais uma vez o melhor em campo foi senegalês, desta vez a honra coube a Khalilou Fadiga. No terceiro jogo do grupo A, Senegal chegou a abrir 3 x 0, ante o Uruguai, com Khalilou Fadiga e dois de Papa Bouba Diop. Tranquilos no placar, senegaleses passaram a jogar mais soltos do que nunca, a equipe perdeu a concentração no jogo e o Uruguai foi buscar o empate, num dos melhores jogos daquela Copa do Mundo. Papa Bouba Diop, foi eleito o “homem do jogo”. Nas oitavas-de-final, Senegal enfrentou a Suécia, que havia sido primeiro lugar do chamado “grupo da morte” (Suécia, Inglaterra, Argentina e Nigéria). Henrik Larsson abriu o placar para os suecos, Senegal empatou com Henri Camara e num jogo espetacular com as duas equipes buscando a vitória e lances espetaculares, o mesmo Henri Camara, “o homem do jogo”, definiu o gol de ouro aos 14 minutos do primeiro tempo da prorrogação, classificando Senegal para as quartas-de-final e igualando o feito de Camarões em 1990, como a melhor campanha de uma seleção do continente africano. Nas quartas-de-final, um confronto equilibrado, ante a também surpresa Turquia, com vitória dos turcos na prorrogação, gol de Ilham Mansiz aos quatro minutos, sepultando a aventura senegalesa em sua primeira Copa do Mundo.
Fonte: Site Doentes por Futebol

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Outras Copas

Essa seleção ficou marcada na minha lembrança, pela garra e determinação que demonstraram na Copa de 1990, os Leões Indomáveis de Camarões. Que os africanos sabiam jogar bola isso todo mundo já sabia, vide a campanha na Copa de 1982, quando saíram sem perder nenhum jogo (três empates em três jogos) e ganharam o apelido de Leões Indomáveis. Mas absolutamente ninguém apostaria em uma vitória dos africanos logo na estreia diante dos então campeões do mundo, a Argentina, muito menos em triunfos contra a forte Romênia de Hagi e a Colômbia de Higuita, Rincón e Valderrama. Irreverentes, abusados e comicamente irresponsáveis, os africanos jogavam sob a batuta e talento do craque Roger Milla, que sempre entrava no decorrer do jogo e mostrava suas garras. Camarões conquistou a torcida de todos e por muito pouco não chegou até as semifinais. Eles até que jogaram bem na partida de quartas de final contra a Inglaterra, mas os erros de finalização e dois pênaltis bobos decretaram a derrota na prorrogação por 3 a 2. Mesmo com o revés, a equipe africana já havia feito história ao se tornar a primeira do continente a chegar entre as oito melhores seleções do planeta. Depois do mundial, a seleção de Camarões jamais fez uma Copa tão brilhante como em 1990 e teve outro bom momento apenas entre 2000 e 2002, quando faturou duas Copas Africanas (2000 e 2002) e uma medalha de ouro nas Olimpíadas de 2000 (clique aqui). Desde então, os camaroneses seguem em busca de novas façanhas e ainda vivem na esperança de um dia ver sua seleção indo além de uma quartas de final de Copa e, quem sabe, um título. Mas nem mesmo a turma de Eto´o do novo milênio conseguiu encantar o mundo como os endiabrados Leões comandados por Roger Milla, uma seleção que marcou época e fez história.
Fonte: Site Imortais do Futebol

terça-feira, 1 de abril de 2014

Copa do Mundo - Brasil 2014

Como em 2010, mais uma vez teremos as seleções que virão ao Brasil para a disputa de mais uma Copa. Para essa série, procurei melhorar a qualidade das artes através de pesquisas minuciosas sobre os detalhes das camisas das seleções que virão para o Mundial. Espero que gostem e possam colorir suas mesas com os escudos. As postagens serão iniciadas a partir de maio, mas até lá continuarei publicando as cartelas das seleções que se destacaram em edições passadas. Grande abraço!!!


sábado, 29 de março de 2014

Outras Copas

Mais uma seleção que entrou para a história das Copas, a Polônia de 1982. A Seleção da Polônia foi mais um grande destaque da Copa do Mundo da Espanha. A exemplo do Mundial de 1974 na Alemanha Ocidental, os poloneses alcançaram merecidamente o 3º lugar. Eliminada na semifinal pela Itália, futura campeã, o esquadrão polaco tinha no ataque o seu ponto forte. Além de contar com o futebol veloz do veterano atacante Lato, remanescente das Copas de 74 e 78, considerado o melhor jogador do país em todos os tempos, o mundo viu surgir o meia-atacante Boniek, craque com bela visão de jogo que se tornaria uma das grandes estrelas da Juventus de Turim. O zagueiro Zmuda, o jovem meia Buncol e o atacante Smoralek também se destacaram nos gramados espanhois.
Fonte: Blog Botões e Esquadrões

sexta-feira, 28 de março de 2014

Outras Copas

Mais uma seleção da Copa de 1994 que marcou, foi a Suécia. Depois de chegar a uma inédita final de Copa do Mundo jogando em casa, em 1958, e com craques do mais alto calibre como Liedholm, Skoglund, Gunnar Gren e Hamrin, a seleção da Suécia repousou e permaneceu décadas sem ter ao menos um brilho em competições internacionais. Porém, em 1994, tudo mudou graças a uma geração jovem e cheia de talento que por pouco não repetiu o feito do time dos anos 50 e colocou os nórdicos em mais uma final de Copa. Jogando com muita inteligência defensiva, um fôlego surpreendente diante do forte calor do verão americano e com um ataque devastador composto por Dahlin, Brolin, Kennet Andersson, Henrik Larsson e Klas Ingesson, a Suécia encantou a todos nos EUA e teve o melhor ataque do mundial com 15 gols marcados em sete jogos, média superior a dois gols por partida. A equipe amarela e azul só não disputou a decisão contra a Itália no Rose Bowl por causa do Brasil, principalmente do baixinho Romário. Na Primeira fase, a Suécia caiu no Grupo do Brasil e se classificou em 2º do Grupo, com dois empates (Camarões e Brasil) e uma vitória (Rússia). Nas Oitavas-de-Final, venceu a Arábia Saudita por 3 a 1. Nas Quartas-de-Final, pegou outra sensação, a Romênia, sendo que no tempo normal deu empate por 2 a 2 e nos pênaltis a Suécia ganhou por 5 a 4. Na Semi-Final, a Suécia encontrou mais uma vez o Brasil e dessa vez não deu para o canastrão goleiro Ravelli rir por último, pois o baixinho Romário acabou com a festa sueca e decretou a vitória brasileira por 1 a 0. Na disputa do 3º lugar, os suecos encerraram sua participação com uma sonora goleada sobre a Bulgária, por 4 a 0.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Outras Copas

Continuando com a série, hoje é a vez da Turquia de 2002. Eles eram aguerridos, inteligentes e competitivos. E conseguiram, depois de quase meio século, voltar a disputar uma Copa do Mundo. Depois de tanto tempo, parece que aqueles jogadores vestidos em vermelho e branco queriam tirar o atraso e mostrar para tudo e todos que o futebol praticado por eles havia evoluído. E como! Com uma defesa forte, um meio de campo bastante técnico e criativo e um ataque econômico, porém decisivo, os turcos fizeram história na primeira Copa do Mundo disputada simultaneamente em dois países (Coreia do Sul e Japão), em 2002, ao alcançar um incrível terceiro lugar no maior torneio do futebol mundial. Sem se importar com os adversários e esbanjando confiança, Rüstü, Korkmaz, Kerimoglu, Bastürk, Belözuglu, Hasan Sas e Hakan Sükür foram muito mais longe do que as badaladas Itália, Espanha, Argentina, França e Inglaterra na Copa e não demonstraram remorso algum depois de derrotar os anfitriões da festa – Japão e Coreia do Sul – pelo caminho. Mesmo sem conquistar o título, os comandados do técnico Senol Günes foram legítimas “pedras nas chuteiras” do Brasil, que teve o desprazer de jogar por duas vezes contra aqueles europeus bons de bola e dificílimos de enfrentar. A seleção canarinho venceu as duas partidas, mas uma com ajuda da arbitragem e outra por causa da sorte e da genialidade de Ronaldo. Não fosse isso, eles poderiam disputar a final e aprontar poucas e boas pra cima da Alemanha.
Fonte: Site Imortais do Futebol

segunda-feira, 24 de março de 2014

Outras Copas

Como já postei anteriormente, gosto muito do futebol africano e não poderia deixar de incluir nessa série a surpreendente seleção nigeriana de 1994. A Nigéria chegou aos Estados Unidos com expectativa e euforia, pois apesar de ser a sua 1ª participação em Mundiais, a equipe chegou credenciada pela conquista da Copa Africana de Nações. A equipe já estava entrosada, tinha atletas que jogavam no futebol europeu (Yekini, Okocha, Oliseh e Amokachi) e obedecia a um padrão de jogo que priorizava o toque de bola rápido e a velocidade nos ataques e contra-ataques. O grupo da Nigéria na Copa do Mundo de 1994 não era muito agradável, afinal, os africanos teriam pela frente a Bulgária de Stoichkov, a Argentina de Batistuta e Redondo e a Grécia, esta a mais fraca da chave. Na época, os quatro melhores terceiros colocados garantiriam vaga nas oitavas de final juntamente com os dois primeiros de cada grupo. A Nigéria se apegava exatamente a uma das vagas destinadas aos terceiros colocados, mas ao término da primeira fase as pretensões foram mais do que superadas. Logo na estreia, os nigerianos encararam os búlgaros, francos favoritos para o duelo disputado no estádio Cotton Bowl. Com apenas 21 minutos, os africanos mostraram ao mundo que não seriam meros espectadores naquele Grupo D e abriram o placar com Yekini, artilheiro do time. Aos 43´, Yekini cruzou rasteiro para a área, Amokachi ganhou a dividida com o zagueiro, driblou o goleiro e marcou o segundo. Na segunda etapa, o técnico Westerhof manteve a pegada rápida do time e Amuneke, de peixinho, fez o terceiro gol africano com apenas dez minutos. Foi o golpe de misericórdia e a melhor estreia possível para a Nigéria: 3 a 0. A vitória encheu os águias de moral, que foram sem medo para o segundo jogo, contra a temida Argentina. Com oito minutos, os nigerianos roubaram a bola dos argentinos no meio de campo e deram uma aula de contra-ataque. Yekini avançou pelo meio, driblou lindamente seu marcador e deixou com Siasia. O meia tocou entre as pernas de Simeone, cortou para a direita e encobriu o goleiro Islas com muita categoria. Golaço! Mas os argentinos, ainda com Maradona, conseguiram a virada exatamente após duas jogadas de Dieguito, que deu dois gols de presente para Caniggia. A derrota por 2 a 1 não foi lá tão ruim para os africanos, que teriam apenas que derrotar a Grécia para se classificar. Dito e feito, Finidi George e Amokachi anotaram os gols do triunfo por 2 a 0 sobre os fracos gregos. A Nigéria, surpreendentemente, conseguiu a classificação em primeiro lugar no grupo, deixando a Bulgária em segundo e a toda poderosa Argentina apenas na terceira posição (os Hermanos avançaram como os primeiros melhores terceiros colocados). Nas oitavas de final, a falta de experiência e malícia minou as esperanças alviverdes de repetirem o feito dos rivais camaroneses na Copa de 1990 e alcançarem uma vaga nas quartas. Contra os italianos, a Nigéria dominou a partida, fez 1 a 0 com Amuneke aos 25´do primeiro tempo e teve um jogador a mais durante os quinze minutos finais do segundo tempo. Com toques de bola envolventes, parecia que a classificação africana estava mais do que assegurada. No entanto, em duas bobeadas da zaga, o craque Roberto Baggio sepultou as pretensões dos águias. Aos 43´do segundo tempo, o atacante aproveitou a sobra na área e empatou o jogo, que foi para a prorrogação. Nela, Benarrivo sofreu pênalti bobo no primeiro tempo e Baggio marcou o gol da virada e da classificação italiana. Era o fim da Copa para a Nigéria, mas o início de grandes celebrações por parte da torcida nigeriana, que recebeu seus jogadores com muita festa na volta pra casa. Curiosidade: O atacante Rashid Yekini foi protagonista de uma das cenas mais belas do Mundial dos Estados Unidos: ao marcar o 1º gol da Nigéria em Mundiais, chorou copiosamente agarrado às redes.

sábado, 22 de março de 2014

Outras Copas

Outra seleção que fez história foi a Hungria, na Copa de 1954. É impossível falar em grandes seleções de futebol sem citar a Hungria da década de 50. É quase impossível, também, acreditar que a Hungria já teve uma seleção absurdamente ótima, eficiente e que tinha prazer em marcar gols em profusão. Hoje, o futebol do país não é nem coadjuvante no mundo da bola, e vive ainda da história de seu melhor time. Talvez, se a bendita Copa do Mundo de 1954 tivesse ficado em mãos húngaras, o futebol no país poderia ser outro nos dias de hoje. Talvez, se os conflitos políticos entre Hungria a URSS não tivessem existido, o futebol do país poderia segurar seus craques. Mas, quis o destino e os acontecimentos que fosse como foi. Mas, mesmo sem o título mundial, a Hungria entrou para a história. Puskás, Kocsis, Hidegkuti e companhia deram tantos shows, mas tantos shows, que o futebol jamais vai se esquecer daquele time estupendo, que inovou o esporte com o esquema “WW” (que seria o embrião do 4-2-4 do Brasil na Copa de 1958) e deixou inúmeros adversários atordoados (inclusive o Brasil). Campeã Olímpica em 1952 e Vice-campeã Mundial em 1954, a Hungria foi a maior máquina de fazer gols do futebol europeu na história.
Fonte: Site Imortais do Futebol

terça-feira, 4 de março de 2014

Botões Decorados

Sempre publico aqui no Blog, fotos que os amigos de todo o Brasil mandam, de botões decorados com as artes que produzo. Mas hoje, a publicação é especial, pois recebi uma visita surpresa do mestre Eronildes Almeida, que veio até Estância trazer o meu "Gipão", confeccionado por ele e decorado com uma arte do Esquadrão Colorado de 1993, ano que conquistou o Tri e que se transformaria em Hexa, três anos depois. Foi uma honra tripla para mim: 1ª) Ganhar um time feito exclusivamente para mim; 2ª) Ter um time confeccionado pelo atual Campeão Brasileiro de Futmesa - Categoria Master e 3ª) Receber o time das mãos do Mestre Eró, em minha humilde residência. Só tenho a agradecer ao grande Eronildes Almeida, pessoa simples e humilde, que conheço a pouco tempo e por quem nutri grande amizade e consideração. Muito obrigado!!!!

Outras Copas

Pegando esse embalo do Feriadão de Carnaval e do clima de Copa, hoje tem mais uma cartela de outra seleção que entrou para a história das Copas, a Romênia de 1994. O final dos anos 80 e início dos 90 foi simplesmente mágico para o futebol romeno. Mero figurante por décadas no cenário internacional, o país conseguiu virar protagonista graças a uma geração de ouro que fez história em 1986 vestindo a camisa do Steaua Bucareste, primeiro e único clube romeno campeão da Liga dos Campeões da UEFA. Muitos daqueles craques compuseram a seleção que fez um bom papel na Copa do Mundo de 1990, na Itália, mas que caiu precocemente nas oitavas de final. No entanto, o canto do cisne daquela geração foi mesmo em 1994, na Copa dos EUA. Jogando um futebol virtuoso, ofensivo e na base do talento de três peças fundamentais (Hagi, Raducioiu e Dumitrescu), a Romênia chegou às quartas de final do mundial e só foi eliminada nos pênaltis para a Suécia. O revés doeu, mas aquela equipe amarela escreveu seu nome para sempre como uma das gratas surpresas de uma Copa, derrotando seleções até então favoritas como Colômbia e Argentina.
Fonte: Site Imortais do Futebol

segunda-feira, 3 de março de 2014

Outras Copas

Continuando com postagens de seleções que ficaram marcadas na história das Copas, trago hoje o fenômeno da Copa de 1966, Portugal. Eles jamais haviam disputado uma Copa do Mundo. Mas, quando o fizeram, foram simplesmente brilhantes e por pouco, mas muito pouco, não levantaram a taça Jules Rimet em pleno estádio de Wembley sob possíveis olhares nada amistosos de sua majestade. Com um futebol exuberante, talentoso e puramente ofensivo, Portugal encantou o mundo na Copa de 1966. Os portugueses desfilaram pelos gramados ingleses com um poder de fogo alucinante e uma estrela acima da média: Eusébio, o Pantera Negra, maior jogador português de todos os tempos. Com nove gols, o atacante veloz, forte e com uma explosão digna do mais feroz felino merecia, como sua seleção, sorte melhor naquela Copa. Mas, assim como muitas outras equipes, Portugal sucumbiu para outro time nem tão brilhante assim, a Inglaterra, que mais tarde ficaria com o título. No entanto, Portugal deixou sua marca na história e alcançou o terceiro lugar, coisa que nem mesmo a geração de Rui Costa, Vítor Baía, Figo e Pauleta conseguiu.
Fonte: Site Imortais do Futebol

Botões Decorados

Em ano de Copa do Mundo, mais uma equipe decorada com uma das seleções da Série "Outras Copas". Mais uma vez, o Ricardo Calabro do Futebol de Botão Retrô decorou botões com a França, Campeã Mundial em 1998. Valeu Ricardo, e até a Copa outras seleções pintarão por aqui!!!



sábado, 22 de fevereiro de 2014

Outras Copas

Esse mês o movimento por aqui foi pequeno. Espero que compreendam minha ausência, visto que as atividades diárias e profissionais estão cada vez mais intensas. Mas como não pretendo abandonar o Blog, hoje trago mais uma seleção que marcou época, a Argentina de 1990. Particularmente, essa seleção marcou, pois foi na derrota para o Brasil para a Argentina que comecei a acompanhar o futebol mais de perto e foi a 1ª vez que vi o Brasil ser derrotado em Copas do Mundo (foi a 1ª Copa que acompanhei os jogos), soltando até algumas lágrimas de tristeza. Na Copa de 1990, os Hermanos chegaram como grandes favoritos, pois defendiam o titulo, conquistado em 1986 sobre a mesma Alemanha, com quem fizeram a final mais tarde. Mas logo na estreia, foi surpreendido pelos Leões Indomáveis de Camarões e perdeu por 1 a 0. A vida da Argentina no Grupo B da Copa não foi fácil e acabou ficando em terceiro do grupo, visto que os 4 melhores terceiros se classificavam para as oitavas-de-final. Nas fases seguintes, os Hermanos eliminaram respectivamente: Brasil, por 1 a 0; Iugoslávia, por 3 a 2 nos pênaltis; Itália, 4 a 3 nos pênaltis. Na Final, a Alemanha teve a sua revanche e vence a Argentina por 1 a 0, gol do lateral Brehme, de pênalti.